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PROJECTOS ESTRUTURANTESImage

O sector dos serviços na província encontra-se em fraco desenvolvimento, pesem embora as limitações a que está sujeito, devido a própria conjuntura que se vive. De uma maneira geral as estruturas centrais do Estado estão representadas.

Para além de uma significativa presença de empresas de prestação de serviços nos domínios de transportes aéreos, terrestres, marítimos e ferroviários, orientadas nalguns casos por um conjunto de agências que as valorizam e dão vida, existem outras pequenas e médias em expansão em áreas que vão desde a informática e consultoria, comercio de bens alimentares, farmácias, mobiliário doméstico e de escritório, materiais de construção, ensino, promoção de espectáculos, cultura, desporto, marketing, publicidade, produção literária, venda de acessórios áudio e auto, viaturas novas e usadas, fotografia, etc.

Até 1988 haviam sido licenciadas 1.869 empresas de comércio a retalho, 485 a grosso, 176 mistas (retalho e grosso) e 165 de prestação de serviço. Por outro lado os serviços bancários estão fortemente representados também por um conjunto de agências de bancos nacionais e portugueses, o que confere à Província uma posição destacável no País, ombreando com Luanda, Cabinda e Huila.

A província conta com um crescimento dos serviços bancários que indiciam o crescimento do volume de negócios resumidos em quinze balcões. - Uma Delegação do Banco Nacional de Angola;


CONSTRUÇÃO

O sector encontra-se em fraca actividade, pois de forma geral, as acções de investimentos e obras são executadas por empresas locais num total de 85, para além de outras 5 de capital português.

Na província funcionam 16 empresas de materiais de construção, com destaque para a fábrica de cimentos ENCIME no Lobito e a fábrica de materiais diversos em ferro e fibrocimento, LUPRAL em Benguela.

Contudo, em termos de obras e novas construções, a província apresenta um quadro pouco expressivo, já que decorrendo da situação económica e financeira nacional, existem enormes carências e dificuldades monetárias tanto da parte do estado como do próprio público que são os principais agentes económicos promotores do desenvolvimento, para levarem a cabo as acções que preconizam no sector.

Mesmos neste quadro de carências, foi possível aumentar o volume de negócios das empresas de construção civil de Benguela na ordem dos 40% a partir do segundo semestre deste ano.

O aumento reflecte-se na série de concursos públicos lançados no primeiro semestre de 2003, priorizando empresas de direito angolano com a adjudicação de obras até um milhão de dólares.

O primeiro lote das empreitadas compreendeu a reabilitação e apetrechamento de catorze escolas do primeiro, segundo e terceiro níveis. De dois hospitais municipais e centros de saúde.

As empreitadas estão inseridas no Programa de melhoramento e aumento dos serviços básicos à população para os próximos dois anos avaliado em quarenta milhões de dólares.

Continuar...