A Força Aérea Nacional (FANA) deverá adquirir, até ao primeiro trimestre de 2016, novos aviões militares para reforçar a segurança do espaço aéreo nacional disse, hoje, em Luanda, o seu comandante-geral, General Francisco Lopes Gonçalves Afonso, "Hanga". Ao tomar da palavra na cerimónia de assinatura do acordo de coordenação civil-militar dos Serviços de Trafego Aéreo entre a Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (ENANA) e a FANA, o general Francisco Afonso adiantou que, com a aquisição das novas aeronaves, que não especificou tipologias nem quantidades, a Força Aérea vai exercer melhor a sua actividade.
Esclareceu que, apesar de ser o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC), o órgão reitor da aviação civil em Angola, se acontecer algo ligado a segurança nacional, “cabe a Força Aérea intervir, enquanto Forças Armadas”.
O estado da cooperação no domínio da Defesa entre Angola e a Namíbia será revisto hoje, em Luanda, entre o titular da pasta angolano, João Lourenço, e o ministro namibiano da Protecção e da Segurança, Charles Namoloh.
O investimento privado, a par do investimento público, continua a ser uma aposta estratégica do Estado angolano, para a capacitação e mobilização de recursos humanos, financeiros, económico e social do país, segundo a Nova Lei de Investimento Privado, aprovada a 11 de Agosto (Lei 14/15) e analisada esta semana, no seminário sobre "Investimento Privado".
O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, foi distinguido ontem em Luanda com o título de Primeiro Grau da Ordem dos Engenheiros de Angola, pelo seu engajamento pessoal nas grandes obras de engenharia que colocaram o país na senda do desenvolvimento socioeconómico.
Oito reitores e 32 vice-reitores das oito universidades públicas angolanas foram empossados hoje, quarta-feira, em Luanda, em cerimónia orientada pelo Vice-presidente da República, Manuel Vicente. Na cerimónia, tomaram posse os novos responsáveis das universidades Agostinho Neto, Maria do Rosário Sambo, da Katyavala Bwila, Albano Vicente Lopes, e da 11 de Novembro, João Fernando Miguel.
Segundo o Institute of International Education, no ano lectivo de 2000-2001 apenas 348 angolanos estudavam no país. No ano passado, esse número aumentou para 985. Por comparação, Portugal tinha no mesmo ano lectivo 877 alunos. Desde o ano lectivo 2009-2010, quando existiam 1.015 portugueses, que o número tem sempre descido, uma quebra de 14%. Além do crescimento económico do país africano, há outros factores que explicam este aumento, como a atribuição de bolsas pelo Estado angolano e outras empresas.