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Opinião

Alves da Rocha: “Angola está num novo caminho”

Acabou o tempo das vacas gordas em Angola. A necessidade do país desenvolver outros setores económicos vai obrigar a que se alterem os seus fluxos comerciais. Alves da Rocha, economista angolano, prevê que Angola reduza as importações de Portugal, por este perder competitividade em relação a países do sul do continente africano. E aconselha os portugueses a aliviar a dependência do ‘‘fator-Angola’.

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Direitos Humanos: Entre a soberania nacional e a protecção internacional

“Se tivesse de decidir em ter governo sem jornais, ou jornais sem governo, não hesitaria um momento em preferir a última alternativa.” Esta frase é atribuída ao Presidente norte-americano Thomas Jefferson, que foi o terceiro da história daquele país (13/04/1743 – 04/6/1826) e é considerado um dos maiores intelectuais que passou pela vida política dos EUA, tendo sido, ao que consta, da sua pena que nasceu o “draft” da famosa Declaração da Independência dos “States”.

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A importância de preservarmos o estado de direito em Angola

O Estado de Direito é o Estado produtor de segurança e de garante à preservação dos assuntos da Polis, da Civita, é a força comum instituída a luz do império da Lei, a fim de garantir a cada um (cidadãos e os expatriados que aqui vivem e partilham connosco a mesma vida, a mesma sorte e mesmo destino) o que é seu e fazer reinar, como também, prevalecer a justiça e a segurança».

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Reflectir África!

luisa- Raras vezes percebemos e dificilmente reconhecemos. Somos muitos em um. Existem aspectos que admitimos, os que vendemos perante outros e aqueles que engolimos a seco. A maior parte de nós já teve contacto com, pelo menos, um desses três momentos da vida. A realidade suplica por melhorias. Parece meio confuso, do tipo filosofia de praça de candeeiro. A mensagem está pouco clara não é? Pois, é exactamente assim que vejo África. Um traçado confuso. O Berço da humanidade, raiz de todas as ciências, entretanto, seduzido por bugigangas, vinho e espelhos não soube perceber quão forte, essencial e estrutural foi para toda a humanidade. No berço onde iniciou a longa jornada da vida ficou a esfarrapada manta de retalhos com algumas (poucas) partes dignas de cobrir outras prateleiras. Somos o chão do mundo!

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A somar makas

makas1 O final Abril, o mês das chuvas mil que garantem a fertilidade das terras, está a ser fértil também em acontecimentos. Na África do Sul a xenofobia mostrou a outra face do arco-íris. No Mediterrâneo mais de novecentos desafortunados morreram afogados na tentativa de atingir a outra margem em busca de uma existência condigna. Enquanto a Europa preocupada com a invasão oriunda do sul busca mecanismos para controlar a emigração ilegal, ou irregular, como alguns preferem denominar o fenómeno, a África continua adormecida sobre problemas que aparentam ser pertença de todos menos seus. Nós, parte integrante deste continente do qual nos distanciamos, apesar da geografia que aqui nos situa, continuamos a somar makas.

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Angola em Risco

rendeiro Quando José Lima Massano telefonou a Carlos Costa para dar por finda a garantia do Estado Angolano ao BESA, abriram-se em Luanda algumas garrafas de CRISTAL . De um golpe, cancelou-se uma dívida de €3,3 mil milhões e livraram-se de apuros alguns largos e complexos créditos às custas, em última instância, do Estado Português. Carlos Costa – na especificidade do seu peso pluma – não “tugiu nem mugiu” e deu de barato o fato consumado. Em Luanda nem queriam acreditar que pudesse ter sido tão fácil.

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