A diversificação da economia com o apoio técnico e financeiro chinês é a chave de uma nova fase das relações entre Angola e a China, lançada com a visita do Presidente da República ao país asiático.
O presidente da Assembleia Nacional convidou o seu homólogo do Brasil a visitar Angola, este ano, no âmbito do reforço das relações de amizade e cooperação entre os dois órgãos de soberania.
Delegações de Angola e da China iniciaram terça-feira, em Pequim, a análise dos documentos a serem apresentados à Comissão Mista de Cooperação, cuja reunião terá lugar quinta-feira, informou a agência noticiosa Angop.
A Assembleia Nacional de Angola aprovou ontem pela primeira vez por unanimidade uma matéria eleitoral, proposta pelo MPLA e que prevê a realização o mais rapidamente possível das primeiras eleições autárquicas. Tratase do Projecto de Resolução do Plano das Tarefas Essenciais para a Preparação e Realização das Eleições Gerais (previstas para 2017) e Autárquicas (sem data definida), proposto pela bancada parlamentar do MPLA, que foi aprovado com 166 votos a favor, sem votos contra ou abstenções.

Entre dez e doze anos após o começo das ações armadas pela Independência de Angola, a situação militar no terreno tinha mudado o eixo central do norte para o leste e, de dois movimentos armados iniciais, passámos a três com a fundação da UNITA, dissidência da FNLA.
O combate clandestino mantinha as mesmas características do pré-guerra. Os confrontos nas duas frentes (Norte e Leste) tinham reduzido muito de intensidade e frequência, porém, o apoio popular à luta contra o colonialismo continuava sem alteração. De tal forma, um mapa elaborado pelos serviços de inteligência e ação psicológica das forças armadas portuguesas assinalava, no começo dos anos de 1970, diversas zonas do país muito marcadas como «infetadas pelo inimigo».
A Argentina anseia por posição favorável de Angola nas discussões do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para a resolução da crise nas Ilhas Malvinas, afirmou hoje, em Addis Abeba (Etiópia), o secretário de Estado para os assuntos destes arquipélagos, Daniel Filmus. Falando à Angop depois do Fórum Internacional de Jornalistas que reuniu quarta-feira mais de 40 profissionais da comunicação social da África, Europa e Américas (centro e sul), na capital etíope, organizado pela Embaixada da Argentina neste país, lembrou que vários documentos foram enviados às Nações Unidas e ao Grupo dos 77+China, além de outros organismos.