A Praça da República de Angola, em Luanda, recebeu esta manhã milhares de pessoas para o desfile evocativo do 40.º aniversário da Independência de Angola, que hoje se assinala.
Angola completou, a 11 de Novembro de 2015, 40 anos de Independência. Muito longe de apenas mais uma data festiva, essa efeméride tem, para os angolanos, uma importância transcendental. A 11 de Novembro de 1975, Angola conquistou a sua liberdade, criando as bases para o desenvolvimento que hoje se assiste, abrindo caminho para Unidade Nacional.Nessa altura, Agostinho Neto proclamava a Independência. Um ano e meio depois do 25 de abril de 1974, a República Popular de Angola começava um novo caminho.
Um protocolo de cooperação que visa estreitar o relacionamento entre as instituições reguladoras do sistema financeiro angolano foi assinado, nesta segunda-feira, em Luanda, entre a Comissão do Mercado de Capitais (CMC) e o Banco Nacional de Angola (BNA). De acordo com uma nota de imprensa da CMC a que a Angop teve acesso hoje, a assinatura do protocolo constituía um factor preponderante no processo de integração da CMC como membro ordinário da Organização Internacional das Comissões de Valores (IOSCO).
>Delegações de Angola e Botswana realizam hoje em Luanda consultas bilaterais nos domínios da Agricultura, Geologia e Minas, Energia e Águas, Comércio e Ambiente, além de análise de questões políticas e diplomáticas.
A terminar o mandato, o País prepara-se, depois da reunião da plenária em Novembro, a passagem do testemunho aos Emiratos Árabes Unidos, que depois de muitas consultas e a desistência da Austrália, assumiram a vice-presidência do Processo Kimberley.
Angola assinala no próximo dia 11 de Novembro 40 anos de independência. Várias actividades têm sido desenvolvidas no quadro das celebrações da efeméride. Porém a sociedade civil está preocupada com os discursos de retorno à guerra e com a ausência da verdadeira reconciliação entre os angolanos, sobretudo no seio dos actores políticos. Os discursos de retorno à guerra atribuídos à UNITA, pelo MPLA, partido no poder em Angola, na visão do Director do Centro de Estudos Populorum Progressio, Domingos das Neves, contribui para ausência de paz social no seio dos angolanos.