Angola congratulou-se sexta-feira, em Nova Iorque, com o apoio da comunidade internacional a uma transição pacífica na Síria que atenda as aspirações legítimas e a vontade do povo sírio de determinar de forma independente e democrática o seu próprio futuro. Esta posição foi manifestada pelo secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, durante a reunião ministerial do Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas sobre a Síria, presidida pelo secretário de Estado americano, John Kerry, e assistida pelo Secretário-Geral da ONU, Bank Ki-moon, e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
A Independência de Angola faz 40 anos. No percurso de um homem, é metade da vida. Na história de um país, equivale à infância.
A independência de Angola é sequência lógica da resistência secular contra a ocupação estrangeira, levada a cabo por ilustres soberanos e resistentes como Njinga a Mbande, Mandume, Ekuikui II, Mutu-ya-Kevela, Mwatxilânywa, Kimpa Vita, Ngola Kiluanje Kia samba e muitos outros. Esta afirmação é do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, quando discursava no acto central do 40º aniversário da proclamação da independência nacional que hoje se assinala.
A Bandeira Monumento foi içada nesta quarta-feira (11), no Museu Nacional da História Militar (Ex-Fortaleza de São Miguel), em Luanda, num ato presidido pelo Vice-Presidente da República; Manuel Domingos Vicente. A bandeira que pesa 40 quilos, com 18 metros de comprimento e 12 de largura, é içada num mastro de 75 metros de altura que pode suportar ventos até 200 quilômetros. E pode ser vista em todas as ruas da baixa Luanda.
Missão Permanente do país junto às Nações Unidas oferece receção a diplomatas e "amigos do povo angolano"; embaixador Ismael Martins destaca avanços conquistados por Angola desde o acontecimento. Angola celebra os 40 anos de sua independência esta quarta-feira, 11 de novembro. O país de 26 milhões de habitantes é membro das Nações Unidas desde 1 de dezembro de 1976.
O ministro das Relações Exteriores angolano, Georges Chikoti, inicia na sexta-feira, em Brasília, um programa destinado a assinalar no Brasil e nos Estados Unidos da América, nos próximos dias, os 40 anos da independência. de Angola.